— Bom dia,
— O que vai acontecer? — perguntou Struan.
Lunkchurch sacudiu o polegar para o vapor de casco preto, com dois mastros, ancorado na enseada, perto da fragata de Marlowe. Exibia a bandeira da Brock & Sons.
— Aquele navio e suas notícias. Norbert convocou uma reunião; apenas os mercadores, sem a presença de Sir William.
— Eu ia fazer a mesma coisa. Ao pôr-do-sol, ótimo, estarei lá — disse Malcolm, muito tenso.
O Ocean Witch — todos os principais navios da Brock tinham Witch como segundo nome, enquanto a Struan usava Cloud — chegara inesperadamente na noite anterior, com notícias, correspondência e as últimas edições dos jornais de Hong Kong.
Os editoriais de todos os jornais falavam do almirante Ketterer e de seu ataque bem-sucedido aos ninhos dos piratas chineses, na área da baía de Mirs, informando que ele se encontrava a caminho de Xangai, para reabastecimento. O Guardian, em letras grandes, resumira a situação:
— Ketterer é um idiota — disse Struan. — Norbert tem razão nesse ponto. Talvez agora Sir William veja a luz e peça um substituto imediato. Temos de lidar com os japas aqui e Ketterer não vai fazer nada sem ordens expressas.
— Não resta a menor dúvida de que precisamos de um homem com muita coragem — concordou Lunkchurch. — Ketterer é muito fraco.
Um dos outros homens interveio:
— Ei, Charlie, ele destruiu os piratas quando recebeu a ordem e fará a mesma coisa aqui. Que diferença pode haver em alguns meses a mais? — Uma pausa e ele indagou, ansioso: — Ei,
— Está bem agora.
— Graças a Deus!
A notícia de que ela se encontrava acamada circulara depressa pela colônia, no dia anterior, e a preocupação aumentara ao se saber que se recusara a receber Babcott, Hoag, e até mesmo o
— Por Deus, é a comida francesa, ela está envenenada... Não, pegou a praga deles... Os franceses não têm pragas, apenas piolhos... Todos temos piolhos... Ouvi dizer que foi cólera...