— Mais tarde. — Yoshi dispensou-a, sentindo-se mais calmo agora, a natuza jovial da mulher contagiosa. — Abeh, eles se encontram no pátio? O que aconteceu?
— Por favor, Sire, perdoe-me, mas não sei — respondeu Abeh, ainda furioso porque Anjo ordenara a retirada de todos no dia anterior. — O capitão da guarda do
— Onde está o
— Só sei que os dois
— Traga os
Pouco depois, soaram passos pesados no corredor, passos estranhos. Uma batida na porta.
— Os
Abeh deu um passo para o lado, gesticulou para que Babcott e Tyrer se adiantassem, ajoelhassem, e fizessem uma reverência. Só que eles fizeram a reverência de pé, ambos com a barba por fazer, visivelmente exaustos. No mesmo instante, um dos guardas, enfurecido, deu um empurrão em Tyrer, que se estatelou no chão. O outro guarda tentou fazer a mesma coisa com Babcott, mas o doutor, com uma rapidez surpreendente para alguém tão grande, agarrou-o pela roupa, perto da garganta, só com uma das mãos, e suspendeu-o, empurrando-o de costas para a parede de pedra. Por um segundo, ele manteve o homem inconsciente ali, depois arriou-o até o chão, com todo cuidado. No silêncio chocado, Babcott disse, descontraído:
—
Os outros samurais saíram de seu transe, estenderam as mãos para as espadas.
— Parem! — ordenou Yoshi, furioso com os
— Por favor, desculpar, Yoshi-sama, mas doutor-sama e eu fazer reverência, O costume estrangeiro. Polido, sim? Não má intenção. Doutor-sama diz por favor, desculpe, homem não morto, apenas... — Ele procurou a palavra correta, não a encontrou, apontou para sua cabeça. — Dor, uma semana, duas. Yoshi riu. A tensão se dissipou.
— Levem-no. Quando ele acordar, tragam-no de volta.
Ele acenou para que os outros voltassem a seus lugares, gesticulou para que os ingleses sentassem à sua frente. Depois que eles se acomodaram, meio desajeitados, Yoshi perguntou:
— Como está o tairo? Como foi o exame?
Babcott e Phillip responderam com gestos e palavras simples, que haviam combinado de antemão, explicando que o exame correra bem, o
— Essa “hérnia” é permanente?
— Doutor-sama diz que...
— Sei que o doutor fala por seu intermédio, Taira — disse Yoshi, ríspido insatisfeito com o que acabara de ouvir. — Apenas traduza suas palavras, sem títulos cerimoniais!
— Sim, Sire. Ele dizer dano ser permanente.
Yoshi amarrou a cara, pois os resultados não eram muito animadores.
— Quanto tempo... — Ele parou, acenou para que os guardas saíssem. — Esperem lá fora.
Abeh ficou.
— Você também.
Relutante, o capitão saiu, fechou a porta. Yoshi disse:
— A verdade. Quanto tempo ele viverá?
— Só Deus sabe.
— Ah, deuses! Quanto tempo doutor acha que
Babcott hesitou. Esperava que o
Seu diagnóstico completo, que não revelara a Anjo, nem a Phillip Tyrer, querendo reservar o julgamento até efetuar uma análise das amostras de urina e fezes, consultar Sir William e fazer um segundo exame, era o de que receava que podia haver uma perigosa deterioração dos intestinos, de causas desconhecidas.